18/01/2024
Altruísmo ou crueldade, qual a sua escolha ?
É engraçado quando as pessoas dizem, que fulano tem o coração ruim, ou fulano tem um bom coração, é como se um órgão independente uma parte isolada do ser humano, não um de vários órgãos. E como os órgãos existem outros conjuntos, sentimentos por exemplo e nossa capacidade de lidar com eles. Por vezes esquecemos que a bondade e a maldade não vem do coração em si, pois a única influência dele sobre o bem ou o mal, é que no dia que ele parar de bater, não faremos mais nenhuma dessas coisa.
É preciso que tenhamos consciência de que são nossas atitudes e nossa decisões que nos tornam maus ou bons, saber que bondade ou maldade, é uma escolha, decisões que tomamos em relação ao próximo. E o pior disso é que na verdade nós muitas vezes não tomamos essas decisões, estas, na maioria das pessoas acontece por instinto, ou pior, por julgamento. O instinto é uma defesa natural, quando somos enganados por muitas vezes tendemos a levantar uma barreira que nos proteja, é compreensivo e tratável. O julgamento vem de nossa arrogância de achar sabemos quem merece e quem não merece algo, também é tratável.
Acredito que desses dois gatilhos que nos fazem agir de uma forma ou de outra o julgamento é o pior, pois o instinto é como uma defesa, enquanto o julgamento é um ato de superioridade sobre o outro, é nos acharmos melhor que alguém ao ponto de determinar o merecimento de algo a este alguém.
Gostaria de lembrar que o que recebemos do outro é muitas vezes o reflexo do que lhe entregamos, num post do instagram alguém falava que não existem filhos preferidos, eu concordo, existe o fato que para um filho(a) só precisamos pedir, uma única vez, para outro(a) precisamos mandar de forma energica. Isso é fato, não somente com os filhos, no trabalho, nas relações em geral, a uns pedimos algo com mansidão a outros exigimos com ímpeto. Nossa atitudes são instintivas, com esse ou aquele.
Esta na hora de nossas atitudes serem elaboradas, decididas, muitas vezes uma mudança de atitude, gera outra mudança: amor gera amor; raiva gera raiva; desinteresse gera desinteresse.