19/03/2026
A Pavilhão 95 nasce de algo que raramente se sustenta no tempo:
uma amizade construída na universidade que evolui para uma sociedade criativa consistente.
Fundado por três arquitetos formados na UFV, o escritório carrega desde a origem uma premissa clara :
projetar espaços que não sejam apenas funcionais, mas que influenciem a forma como as pessoas vivem e interagem com o ambiente.
Essa intenção se materializa no próprio espaço de trabalho:
“Na escolha intencional de cada detalhe se constrói a atmosfera de um espaço.
No nosso escritório, texturas, cores e objetos escolhidos estão embebidos na nossa essência.
Os pássaros que traduzem nossos conceitos, as pedras que recebem nosso desenho, a luz que esculpe nossos ambientes — aqui, tudo o que somos como arquitetos encontra forma física.”
Esse tipo de visão muda tudo.
Porque quando o arquiteto entende comportamento, o espaço deixa de ser apenas estética e passa a ser experiência.
No novo escritório, em Lagoa Santa, essa lógica aparece de forma muito clara:
um ambiente leve, preciso nas escolhas e com uma leitura coerente entre forma, uso e sensação.
A escolha pelos móveis da Permanenza não foi apenas estética. Foi estratégica.
Mobiliário, nesse contexto, deixa de ser complemento e passa a ser parte ativa da linguagem do projeto — contribuindo para ergonomia, percepção e permanência no espaço.
O resultado é um escritório que não chama atenção pelo excesso, mas pela coerência.
E esse, na prática, é o tipo de projeto que envelhece bem.